Igreja realiza conferência anual em Lisboa

Igreja realiza conferência anual em Lisboa

Comunicados de Imprensa

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias realizou nos dias 15 e 16 de abril a conferência anual da estaca de Lisboa.


A conferência, com o propósito de fortalecer a fé e o testemunho dos crentes, foi presidida pelo Élder Gary Sabin, segundo conselheiro da Presidência da Área, e contou com discursos de diversos oradores convidados, e hinos cantados pelo coro da estaca de Lisboa. Cerca de 500 pessoas assistiram às duas sessões gerais que decorreram nas capelas de Benfica e Oeiras.

O Presidente Gustavo Silva, presidente da estaca de Lisboa convidou os presentes a escutarem para além das palavras, e a atender aos sentimentos do Espirito Santo, afirmando que essa experiência pode mudar a vida de cada um, incluindo aqueles que estão mais fracos na fé. “Há esperança para os que estão em dificuldade para mudar hábitos e comportamentos que não condizem com o evangelho de Cristo. Podem ser fortalecidos pela família, pelo estudo das escrituras, pela oração, pelo jejum, pela adoração no dia do Senhor e, acima de tudo, pelo poder da Expiação de Jesus Cristo”. 

O Élder Sabin, ressaltou a universalidade do Espirito Santo. “Ainda que sejamos povos diferentes, com línguas diferentes e culturas diferentes, todos podemos compreender a voz do Espírito e temos o sorriso como uma língua internacional”. 

No decorrer do seu discurso convidou os presentes a mudarem as suas vidas e serem mais semelhantes a Cristo, mais cientes e gratos pelas bênçãos que recebem por meio da expiação de Jesus Cristo. 

Sobre as adversidades da vida, recordou várias experiências pessoais e da sua família, enfatizando que a adversidade faz parte do plano de Deus, e que manter uma perspetiva eterna é a atitude acertada. Segundo ele, aprendeu com a sua esposa e filhos que no fim de períodos de grande aflição tudo ia correr bem. “Se fizermos a nossa parte, e guardarmos os nossos convénios, não precisamos ter medo de morrer. A morte não é o fim, mas sim uma etapa no plano de Deus. Se estivermos prontos não temos nada a temer”. 

Expressou ainda a sua gratidão pelo Livro de Mórmon, que “não é só um livro para ler, mas sim para viver”, e encerrou abençoando os presentes para continuarem a ter a força necessária para mudar o que os impede de se tornarem mais semelhantes a Cristo.

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