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"Preparem-se para os altos e baixos da vida". A propósito dos conselhos da FAO sobre a reserva de alimentos

Um dos apóstolos atuais de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, o Elder Robert D. Hales, afirmou recentemente que nos "devemos preparar para os altos e baixos da vida", pois esse é provavelmente o padrão que todos vamos encontrar, independentemente da nossa condição económica ou social.

Nos últimos dias, têm sido notícia as palavras do diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), José Graziano da Silva,  que avisou que os preços agrícolas vão continuar altos na próxima década. Graziano da Silva recomendou a criação de reservas nacionais de alimentos básicos, para evitar sofrimentos desnecessários e subidas dos preços com origem especulativa

“Para garantir a segurança alimentar e enfrentar o aumento dos preços, cada país deveria constituir reservas que cubram as suas necessidades entre uma semana a um mês”, afirmou o diretor-geral da FAO. Graziano da Silva confirma que vivemos num contexto difícil, que faz com que este tipo de medidas sejam complicadas de implementar, mas se não forem tomadas, as consequências poderão ser muito nefastas

Os profetas modernos têm recorrentemente avisado as pessoas de que as "tempestades" fazem parte da nossa vida e que, há lições que podemos aprender nesses momentos difíceis - mas também nos têm dado esperança de que aquele que estiver preparado não precisa de  temer.

Um dos presidentes da Igreja, o Profeta Gordon B. Hinckley declarou, "São estes tempos difíceis? São. Mas não existe razão para temer. Podemos ter paz nos nossos corações e paz nos nossos lares. Podemos ser uma influência para o bem neste mundo, cada um de nós"  ("The Times In Which We Live," Revista Ensign, Novembro de 2001, p. 74).

Esta paz nos nossos corações e nos nossos lares virá se vivermos uma vida previdente, em todas as áreas. Os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons) têm um desafio de manter uma reserva de alimentos e água para eventuais tempos de necessidade ou catástrofes, quer sejam naturais ou provocadas pelo homem.  Não é muito importante se essa reserva dura algumas semanas ou se alimenta uma grande família durante um ano inteiro - o que é fundamental é que se comece a viver esse princípio. Ao longo do tempo seremos abençoados com sabedoria para melhorar a nossa preparação.

A Igreja tem imensos materiais disponíveis para se alcançar este viver previdente, que mais do que um objetivo a atingir, é um processo ou prática que deve ser vivido todos os dias. No website www.providentliving.org (em inglês) estes recursos estão disponíveis para todos. Podem ser ser descarregado documentos, planos de emergência domésticos, planos de preparação e armazenamento de alimentos, orçamentos familiares, entre outros.

Alguns poderão perguntar: vivem com medo, receando que o "céu vos caia em cima"? Claro que não. É exatamente o contrário - na minha casa estamos a tentar viver de forma previdente, fazendo uma reserva de alimentos, tendo hábitos de poupança e preparando-nos, na medida do possível, para uma eventual catástrofe. Isso não nos tira o sono à noite. Na realidade, faz com que durmamos muito melhor, porque sabemos que se fizermos a nossa parte, o bom Deus proverá e levar-nos-á pela mão.

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