Comunicados de Imprensa

Centenas de participantes na Doação Nacional de Sangue

A 17 de Dezembro de 2011, foi a vez de Portugal de seguir o desafio dado pelo Presidente Henry B. Eyring, o primeiro conselheiro da Primeira Presidência da Igreja, na conferência geral de Abril de 2011, na qual convidou todos os membros para participarem num dia de serviço no ano de 2011. Este desafio foi reforçado numa carta da presidência da Área da Europa enviado em Julho, convidando todos os países europeus a seguirem o conselho do Presidente Eyring. Num belo dia de sábado, mais de 600 membros e amigos de seis estacas e três distritos (dioceses) da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em Portugal reuniram-se nas capelas e nos hospitais de todo o país para doar sangue, na maior actividade de serviço realizada pela Igreja em Portugal.


Diversas recolhas de sangue tinham sido organizadas por algumas congregações da Igreja em Portugal no passado, mas esta foi realizada por quase todas as unidades da Igreja em Portugal. A preparação deste dia de serviço começou muitos meses antes, com a participação do Sacerdócio e da Sociedade de Socorro (a organização de mulheres da Igreja) e a coordenação central do conselho nacional de relações públicas. A doação de sangue tornou-se possível com a preciosa ajuda do Instituto Português de Sangue, que supervisiona o processo de dádivas de sangue em Portugal. Em cinco locais centrais, nas estacas de Coimbra, Lisboa, Oeiras, Porto, Porto Norte e Setúbal, as equipas do Instituto estavam prontas para receber as dádivas de sangue dos membros e amigos da Igreja. Noutras áreas geográficas do país, os voluntários da Igreja doaram sangue directamente nos hospitais locais. O distrito do Algarve, foi aquele que teve o maior número de doações de todo o país – 103 unidades de sangue foram recolhidas. Um exemplo a seguir, sem dúvida.

Os membros e amigos que participaram nesta actividade da Igreja envergavam os coletes amarelos “Mórmons – Mãos que Ajudam”, dado que este dia de serviço foi organizado sob este programa de auxílio e ajuda voluntária. O Elder Fernando Rocha mencionou a escritura que se encontra em João 15:13, que diz que “ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”. Imbuídos deste espírito Cristão, foi assim que todos participamos neste evento, cumprindo a uma pequena escala o mandamento do Senhor de nos amarmos uns aos outros como Ele nos amou. É nestas pequenas iniciativas que a maior parte de nós pode potenciar e viver o verdadeiro espírito do evangelho de Cristo, esquecendo-se de si próprio em benefício do próximo”, afirmou.

Um total de cerca de 360 unidades de sangue foi doado pelos participantes neste dia nacional de serviço. Cada unidade de sangue por ajudar até três pessoas. O mês de Dezembro é o mês em que mais sangue é preciso nos hospitais e unidades de saúde, devido ao maior número de acidentes de viação que acontecem durante a época festiva. Renato Martins, presidente do Distrito do Algarve, disse que quando os membros se deslocaram em grande número para o hospital de Faro para doar sangue, os coletes amarelos chamaram a atenção das pessoas e despertaram a curiosidade para saberem o que se estava a passar. “Muitos dos participantes também tiveram a oportunidade de compartilhar os elevados padrões da Igreja nomeadamente a abstinência de drogas, álcool ou tabaco e não esquecendo a pureza sexual”, afirmou. Todos os que participaram na actividade ficaram felizes pela oportunidade que tiveram para servir. Mais de 1200 horas de serviço voluntário foram doadas. Este dia de serviço foi filmado por várias equipas de televisão com vista a poder ser mostrado nos programas da Igreja “A Fé dos Homens” e “Caminhos”, no canal RTP2.

Esta foi a primeira vez que todas as unidades da Igreja em Portugal decidiram juntar-se numa doação de sangue a nível nacional. Um cartaz especialmente feito para o evento foi distribuído por todo o país, a par de folhetos que foram entregues a muitas pessoas. Os membros foram desafiados a dar sangue e convidarem os seus amigos, familiares e vizinhos. Aqueles que não puderem doar sangue, por razões de saúde, participaram na organização e em toda a dinâmica e logística das doações. Elisabete Rodrigues, da estaca de Lisboa, disse que “doar sangue, não é apenas um acto, mas sim uma dádiva de ajuda a quem não conheço. É o puro amor de Cristo”.
 

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