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Tuvalu

Quando Joseph B. Keeler se tornou Presidente da Missão Micronesia-Guam em Julho de 1983, percebeu que Tuvalu pertencia a essa missão mas que não havia registos de membros nessa região. Quando visita Tarawa em 1983, torna-se amigo de dois dos seus missionários, Teuai Lekasa and Tekafa Tinai que lhe dizem que são originalmente de Tuvalu. Eles tinham conhecido a Igreja e haviam-se baptizado enquanto estudavam na Escola Secundária Liahona em Tonga. Informam o Presidente Keeler de que havia cerca de 25 membros da Igreja em Funafuti, a maior povoação da Tuvalu, todos conversos nas escolas da Igreja em Tonga e em Fiji.

Keeler não consegue visitar Tuvalu até Setembro de 1984. Ele e a sua mulher chegam sem aviso, mas Tavita Tapu, outro membro da Igreja que se tinha filiado enquanto frequentava uma escola secundária da Igreja e que trabalhava no aeroporto, imediatamente reconhece o homem vestido com camisa branca e gravata, usando um pequena placa de missionário no peito, tal como acontece com quem representa a Igreja. Ele ajuda o casal Keeler a encontrar um quarto no único hotel de Funafuti e então pega na sua bicicleta e avisa todos os membros que consegue encontrar. Encontram-se com o casal Keeler nesse mesmo dia e têm uma reunião de testemunhos.

O Presidente Keeler designa Glen e Shirley Cornwall de Murray, Utah, para começarem o trabalho de organização de um ramo (pequena congregação) da Igreja em Tuvalu e a obter o reconhecimento oficial por parte do governo local. Chegam em Março de 1985 e fazem a primeira reunião sacramental no seu quarto de hotel na presença de sete pessoas. Duas irmãs missionárias, Nolaise Maumau (natural de Tuvalu) e Kalou Tetapo, chegam em Abril. Em Maio desse ano, chegam os missionários Tevasa e Popeieta Raponi.

O casal Cornwall começa o processo de legalização da Igreja (que exigia uma petição com 50 assinaturas). Ward e Madge Little substituem o casal Cornwall em Agosto de 1985 e continuam com o processo. O primeiro baptismo em Tuvalu foi o de Tepenga Luka, baptizado numa lagoa a 14 de Dezembro de 1985.

O reconhecimento oficial da Igreja foi recebido a 16 de Dezembro de 1985. Sessenta e dois membros e amigos da Igreja assinaram a petição.
 

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